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Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.
Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
variedade linguistica
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Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.
Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.
Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.
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