quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ética e Religiosidade

Postado por Eu respeito,e você? às 14:18 0 comentários
Ética (do grego ethos, que significa modo de ser, caráter, comportamento) é o ramo da filosofia que busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade. Diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano. [1][2].

Na filosofia clássica, a ética não se resume ao estudo da moral (entendida como "costume", do latim mos, mores), mas a todo o campo do conhecimento que não é abrangido na física, metafísica, estética, na lógica e nem na retórica. Assim, a ética abrangia os campos que atualmente são denominados antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia, educação física, dietética e até mesmo política, em suma, campos direta ou indiretamente ligados a maneiras de viver.
A religião no Brasil é muito diversificada e inclina-se ao sincretismo.

A Constituição prevê a liberdade de religião e a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado oficialmente laico.[2] A legislação proíbe qualquer tipo de intolerância religiosa, no entanto, a Igreja Católica goza de um estatuto privilegiado[3] e, ocasionalmente, recebe tratamento preferencial.[4]
O Brasil é um país religiosamente diverso, com a tendência de mobilidade entre as religiões. A população brasileira é majoritariamente cristã (89%), sendo sua maior parte católica (70%).[1] Herança da colonização portuguesa, o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado laico. No entanto,

Pais e MESTRES

Postado por Eu respeito,e você? às 14:05 0 comentários
Os pais e mestres devem se preocupar com o modo modo de ensino que estao exercendo.Cada jovem tem seu jeito de ser,viver e convier.O respeito de ambos eles deve ser nem muito nem pouco.Assim nós conseguiremos construir um mundo melhor para nossos futuros filhos.


Meu Corpo e as Drogas

Postado por Eu respeito,e você? às 13:46 0 comentários
Enquanto fazem escala pelos órgãos, elas ameaçam acusar confusão. A bagunça para valer, porém, começa quando chegam ao cérebro. Ali elas tem o poder de atrapalhar o trânsito das informações alterando o comportamento de seus usuários. No início despertam sensações agradáveis, mas a dependência em seguida faz o corpo implorar pela droga e a falta dela vira um tormento. Uma vez acomodadas no sangue, iniciam sua viagem. A circulação pressionada pela turbina do coração é um transporte a jato, percorrendo 100 km de vasos, com conexões por toda a parte. A eventual escala no fígado pode barrar parte dos viajantes. Essa víscera tem função de policial de fronteira e as drogas não tem visto de entrada por ser substância tóxica e causar destruição e embora algumas sejam detidas, a maioria escapa e vão para o cérebro. Os neurotransmissores saltam de um neurônio para outro, passando o impulso elétrico para frente, mas as moléculas clandestinas das drogas alteram o nível dos neurotransmissores. São divididas em 3 grandes grupos: estimulantes, depressoras e alucinógenas. Seu campo de atuação no cérebro ainda não é completamente conhecido pelos cientistas. De acordo com experiência realizada com cobaias nos EUA, os usuários de drogas tendem a diminuir os intervalos entre as aplicações. É o fenômeno da tolerância : São necessárias quantidades cada vez maiores da substância para que ela produza o mesmo efeito no organismo. A teoria é de que atuem nos centros de prazer e saciedade do sistema nervoso. A passagem dela por aí é traiçoeira porque no início despertam alguma sensação agradável , mas depois passam a fazer chantagem : se antes alguém tomava a droga para sentir determinado efeito, é obrigado depois a toma-la para seu corpo continuar a funcionar direito. O viciado em heroína precisa tanto da substância quanto qualquer pessoa precisa de alimento, e interromper o seu consumo é sofrer flagelos piores do que estar com fome. A interrupção de seu uso sem acompanhamento médico pode ser fatal. O tormento físico é chamado síndrome de abstinência. A da heroína só perde para a do álcool. O fenômeno ocorre porque a droga desregula o sistema nervoso. As moléculas dos narcóticos, derivados do ópio como a heroína, são parecidos como a de uma família de substâncias que os neurônios fabricam para controlar a dor física e modificar emoções como o medo e a angústia. Além de servirem de anestésico, eles diminuem a ansiedade e induzem o sono. Mas seu uso contínuo leva o cérebro a poupar suas energias deixando de produzir os neurotransmissores com moléculas similares a droga. O álcool pode agir de maneira semelhante, mas para isso, é preciso que alguém beba com freqüência grande quantidade de álcool . Doses moderadas de whisky podem até combater a hipertensão. O álcool é um depressor do sistema nervoso, mas o curioso é que pode agir em etapas. A primeira região a ser deprimida é aquela do comportamento voluntário, responsável por decisões do que se deve ou não fazer, ou em um só golpe, o álcool derruba a auto censura. Depois de alguns goles, a pessoa passa a liberar pensamentos e emoções que estavam de alguma maneira bloqueados, pode por exemplo , falar da sogra, cair na gargalhada, soltar o choro, mostrar cansaço do dia a dia e adormecer em público. O próximo passo é ir para as áreas encarregadas da concentração da coordenação motora. Da mesma forma os remédios barbitúricos, criados a partir de 1903, deprimem o sistema nervoso.

Trânsito

Postado por Eu respeito,e você? às 13:41 0 comentários
Trânsito é a utilização das vias por veículos motorizados, veículos não motorizados, pedestres e animais, para fins de circulação, parada ou estacionamento. Leis de trânsito são as leis que regem o tráfego e regulamentam os veículos, enquanto que leis da estrada são tanto as leis quanto as regras informais que se desenvolveram ao longo do tempo para facilitar e ordenar o fluxo preciso do trânsito.
Regras da estrada

Limite de velocidadeRegras da estrada são as práticas e procedimentos gerais que os utilizadores das estradas seguem, especialmente motoristas e ciclistas. Elas governam as interações entre veículos distintos e pedestres.
Estas regras devem ser distinguidas dos procedimentos mecânicos exigidos para a operação de um veículo. Veja direção.
As regras básicas de trânsito são definidas por um tratado internacional sob a autoridade das Nações Unidas, a Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário, de 1968. Nem todos os países são signatários da convenção de Viena e, mesmo entre os signatários, podem ser encontradas pequenas variações locais na prática.
O Brasil se tornou signatário da Convenção de Viena em 10 de dezembro de 1981 pelo Decreto n.º 86.714, havendo no texto da promulgação apenas algumas pequenas ressalvas.

variedade linguistica

Postado por Eu respeito,e você? às 13:29 0 comentários
.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.

Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.

bulling

Postado por Eu respeito,e você? às 13:17 0 comentários
Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos", vara pau entre outros e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo. Alunos "esforçados" que geralmente sofrem represalias por parte de seus colegas em geral não por caracteriticas fisicas mas também intelectuais são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.

Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.

idosos

Postado por Eu respeito,e você? às 13:07 0 comentários
Idoso é uma pessoa considerada de 3ª idade. A Organização Mundial da Saúde classifica cronologicamente como idosos as pessoas com mais de 65 anos de idade em países desenvolvidos e com mais de 60 anos de idade em países em desenvolvimento.

As pessoas idosas têm habilidades regenerativas limitadas, mudanças físicas e emocionais que expõem a perigo a qualidade de vida dos idosos. Podendo levar à Síndrome da Fragilidade, conjunto de manifestações físicas e psicológicas de um idoso onde poderá desenvolver muitas doenças.
O estudo a respeito do processo de envelhecimento é chamado de gerontologia, e o estudo das doenças que afetam as pessoas idosas é chamado de geriatria.
Postado por Eu respeito,e você? às 12:31 0 comentários

MEIO AMBIENTE

Postado por Eu respeito,e você? às 12:13 0 comentários
O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.

O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:
Completo conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural sem uma massiva intervenção humana, incluindo toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites.Recursos e fenômenos físicos universais que não possuem um limite claro, como ar, água, e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo, que não se originam de atividades humanas.
O ambiente natural se contrasta com o ambiente construído, que compreende as áreas e componentes que foram fortemente influenciados pelo homem.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ética e Religiosidade

Ética (do grego ethos, que significa modo de ser, caráter, comportamento) é o ramo da filosofia que busca estudar e indicar o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade. Diferencia-se da moral, pois enquanto esta se fundamenta na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos recebidos, a ética, ao contrário, busca fundamentar o bom modo de viver pelo pensamento humano. [1][2].

Na filosofia clássica, a ética não se resume ao estudo da moral (entendida como "costume", do latim mos, mores), mas a todo o campo do conhecimento que não é abrangido na física, metafísica, estética, na lógica e nem na retórica. Assim, a ética abrangia os campos que atualmente são denominados antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia, educação física, dietética e até mesmo política, em suma, campos direta ou indiretamente ligados a maneiras de viver.
A religião no Brasil é muito diversificada e inclina-se ao sincretismo.

A Constituição prevê a liberdade de religião e a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado oficialmente laico.[2] A legislação proíbe qualquer tipo de intolerância religiosa, no entanto, a Igreja Católica goza de um estatuto privilegiado[3] e, ocasionalmente, recebe tratamento preferencial.[4]
O Brasil é um país religiosamente diverso, com a tendência de mobilidade entre as religiões. A população brasileira é majoritariamente cristã (89%), sendo sua maior parte católica (70%).[1] Herança da colonização portuguesa, o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891, que instituiu o Estado laico. No entanto,

Pais e MESTRES

Os pais e mestres devem se preocupar com o modo modo de ensino que estao exercendo.Cada jovem tem seu jeito de ser,viver e convier.O respeito de ambos eles deve ser nem muito nem pouco.Assim nós conseguiremos construir um mundo melhor para nossos futuros filhos.


Meu Corpo e as Drogas

Enquanto fazem escala pelos órgãos, elas ameaçam acusar confusão. A bagunça para valer, porém, começa quando chegam ao cérebro. Ali elas tem o poder de atrapalhar o trânsito das informações alterando o comportamento de seus usuários. No início despertam sensações agradáveis, mas a dependência em seguida faz o corpo implorar pela droga e a falta dela vira um tormento. Uma vez acomodadas no sangue, iniciam sua viagem. A circulação pressionada pela turbina do coração é um transporte a jato, percorrendo 100 km de vasos, com conexões por toda a parte. A eventual escala no fígado pode barrar parte dos viajantes. Essa víscera tem função de policial de fronteira e as drogas não tem visto de entrada por ser substância tóxica e causar destruição e embora algumas sejam detidas, a maioria escapa e vão para o cérebro. Os neurotransmissores saltam de um neurônio para outro, passando o impulso elétrico para frente, mas as moléculas clandestinas das drogas alteram o nível dos neurotransmissores. São divididas em 3 grandes grupos: estimulantes, depressoras e alucinógenas. Seu campo de atuação no cérebro ainda não é completamente conhecido pelos cientistas. De acordo com experiência realizada com cobaias nos EUA, os usuários de drogas tendem a diminuir os intervalos entre as aplicações. É o fenômeno da tolerância : São necessárias quantidades cada vez maiores da substância para que ela produza o mesmo efeito no organismo. A teoria é de que atuem nos centros de prazer e saciedade do sistema nervoso. A passagem dela por aí é traiçoeira porque no início despertam alguma sensação agradável , mas depois passam a fazer chantagem : se antes alguém tomava a droga para sentir determinado efeito, é obrigado depois a toma-la para seu corpo continuar a funcionar direito. O viciado em heroína precisa tanto da substância quanto qualquer pessoa precisa de alimento, e interromper o seu consumo é sofrer flagelos piores do que estar com fome. A interrupção de seu uso sem acompanhamento médico pode ser fatal. O tormento físico é chamado síndrome de abstinência. A da heroína só perde para a do álcool. O fenômeno ocorre porque a droga desregula o sistema nervoso. As moléculas dos narcóticos, derivados do ópio como a heroína, são parecidos como a de uma família de substâncias que os neurônios fabricam para controlar a dor física e modificar emoções como o medo e a angústia. Além de servirem de anestésico, eles diminuem a ansiedade e induzem o sono. Mas seu uso contínuo leva o cérebro a poupar suas energias deixando de produzir os neurotransmissores com moléculas similares a droga. O álcool pode agir de maneira semelhante, mas para isso, é preciso que alguém beba com freqüência grande quantidade de álcool . Doses moderadas de whisky podem até combater a hipertensão. O álcool é um depressor do sistema nervoso, mas o curioso é que pode agir em etapas. A primeira região a ser deprimida é aquela do comportamento voluntário, responsável por decisões do que se deve ou não fazer, ou em um só golpe, o álcool derruba a auto censura. Depois de alguns goles, a pessoa passa a liberar pensamentos e emoções que estavam de alguma maneira bloqueados, pode por exemplo , falar da sogra, cair na gargalhada, soltar o choro, mostrar cansaço do dia a dia e adormecer em público. O próximo passo é ir para as áreas encarregadas da concentração da coordenação motora. Da mesma forma os remédios barbitúricos, criados a partir de 1903, deprimem o sistema nervoso.

Trânsito

Trânsito é a utilização das vias por veículos motorizados, veículos não motorizados, pedestres e animais, para fins de circulação, parada ou estacionamento. Leis de trânsito são as leis que regem o tráfego e regulamentam os veículos, enquanto que leis da estrada são tanto as leis quanto as regras informais que se desenvolveram ao longo do tempo para facilitar e ordenar o fluxo preciso do trânsito.
Regras da estrada

Limite de velocidadeRegras da estrada são as práticas e procedimentos gerais que os utilizadores das estradas seguem, especialmente motoristas e ciclistas. Elas governam as interações entre veículos distintos e pedestres.
Estas regras devem ser distinguidas dos procedimentos mecânicos exigidos para a operação de um veículo. Veja direção.
As regras básicas de trânsito são definidas por um tratado internacional sob a autoridade das Nações Unidas, a Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário, de 1968. Nem todos os países são signatários da convenção de Viena e, mesmo entre os signatários, podem ser encontradas pequenas variações locais na prática.
O Brasil se tornou signatário da Convenção de Viena em 10 de dezembro de 1981 pelo Decreto n.º 86.714, havendo no texto da promulgação apenas algumas pequenas ressalvas.

variedade linguistica

.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.A língua configura-se como um complexo universo em que existem os mais diferentes e curiosos planetas. A partir deste paralelo, podemos dizer que os “planetas” que gravitam a imensidão da língua são as variantes linguísticas.

Desde tenra idade, entramos em contato com a linguagem verbal, imitando-a, apropriando-nos de suas propriedades essenciais. Paulatinamente, tornamo-nos confidentes da língua, que nos revela os seus mais íntimos segredos.
Observamos também que, comos nós, os outros indivíduos acabam por ligar-se à língua também. Em grande parte, é este o principal fator que culmina no milagre da comunicação humana.As pessoas, contudo, utilizam formas distintas da mesma língua. A estas mudanças no uso da língua, explicadas devido uma rede intereligada de informações, que determinam a escolha de um determinado modo – tais como: região em que se vive, faixa etária distinta, grupos sociais diferentes, etc. … – chamamos VARIEDADE LINGUÍSTICA.
Grosso modo, as variedades linguísticas constituem as variações que um idioma qualquer apresenta, em função da condição social, cultural, histórica e regional em que um indivíduo o utiliza. Constituindo-se como parte integrante do universo língua, as variantes possuem o objetivo principal de promover a comunicação interativa e verdadeiramente efetiva entre as pessoas.
Não existe uma variante que sobrepuje outra; em verdade, todas as variações linguísticas são consideradas corretas, se respeitadas suas condições e adequações de uso. Apesar disso, a variedade padrão, também chamada de norma culta, possui maior destaque e prestígio social. A norma culta é aquela que se ensina nas escolas, largamente utilizada na escrita oficial (livros, revistas, jornais, artigos científicos e acadêmicos …). Às vezes, os meios televisivos também a utilizam. As outras variantes, que incluem em seu grupo um enorme caudal de possibilidades, desde variações regionais de fala (sotaque), de uso e de escolha vocabular e sintática, por exemplo, até os jargões e as gírias… todas estas formas se configuram, de maneira genérica, como variedades não padrão.

bulling

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos", vara pau entre outros e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo. Alunos "esforçados" que geralmente sofrem represalias por parte de seus colegas em geral não por caracteriticas fisicas mas também intelectuais são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.

Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.

idosos

Idoso é uma pessoa considerada de 3ª idade. A Organização Mundial da Saúde classifica cronologicamente como idosos as pessoas com mais de 65 anos de idade em países desenvolvidos e com mais de 60 anos de idade em países em desenvolvimento.

As pessoas idosas têm habilidades regenerativas limitadas, mudanças físicas e emocionais que expõem a perigo a qualidade de vida dos idosos. Podendo levar à Síndrome da Fragilidade, conjunto de manifestações físicas e psicológicas de um idoso onde poderá desenvolver muitas doenças.
O estudo a respeito do processo de envelhecimento é chamado de gerontologia, e o estudo das doenças que afetam as pessoas idosas é chamado de geriatria.

MEIO AMBIENTE

O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.

O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:
Completo conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural sem uma massiva intervenção humana, incluindo toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites.Recursos e fenômenos físicos universais que não possuem um limite claro, como ar, água, e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo, que não se originam de atividades humanas.
O ambiente natural se contrasta com o ambiente construído, que compreende as áreas e componentes que foram fortemente influenciados pelo homem.
 

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